Post Test #4

11 de setembro de 2013

Post Test #4

Teste Papaya

Misschu – Amazing vietnamese food telling a story

19 de março de 2013

Misschu (that is not her actual name) is a vietnamese caterer part of the first family of Vietnamese/Laotian refugees to settle in Australia after escaping from the Pathet Laos Regime in 1975 and living at the Thai refugees camps for a period of 4 years.

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The restaurant turns out to be an amazing dine-in and take away experience: charming environment, smart way of ordering food but a very scary queue if you get there after 6:30 pm (it was very busy, hence the quality of the pictures). As concept the website claims it to be

“a modern day hawker takeaway with high end food at a low price tag”.

True story.

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This Misschu place has a very unique identity, as an old vietnamese house, and they are self-called “queen of rice paper roll”… well, judging by the queue and the taste of the food i guess that’s also true.

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The one I’ve been to and took pics of is on Toorak Rd, South Yarra, but apparently here in Melbourne they also have on Swanston and Exhibition st in the city, and a couple of locations up in Sydney.

 

Not only she managed to build a branding concept around the restaurant of finger foods, as she also has a philanthropy project called Open Field:

Open Field was inspired by the moment we learned that when you donate money to a woman in a developing country you change not only her life but the lives of everyone around her. The Royals read about this topic to try to understand it, and we gave money to several charities that advocated this line of giving, but it wasn’t enough.

So we decided to publish stories and visual contributions from women about something that changed their lives. And we committed ourselves to giving away the money we raised from this activity of disseminating stories and images to a charity that changed other people’s lives, specifically women’s lives.

Nahji Chu kindly agreed to share her story with us and Open Fields is now available for download via the iTunes store here .

All money raised from advertising, sponsorship and sales of the iPad magazine goes to women, via the international charity CARE. The money raised will assist in changing someone else’s life.

With thanks,
The Royals

You can check this movie, the locations of the restaurant, the phone number for delivery, her personal story, media feeds, catering contact and even purchase gift vouchers on the website (that is probably one of the most complete restaurant website i’ve ever seen, including even a glossary for the name of the foods. If only they all had this facility i’d def order more asian food) http://www.misschu.com.au

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Enjoy :)

 

 

Pesquisa de Tendências

5 de outubro de 2009

Essa pra mim é uma das partes mais difíceis na hora de desenvolver um coleção.. Pode ser que eu fale besteira, ou não, mas eis o que eu sei:

Quando voce vai desenvolver uma coleção voce tem que saber bem quais as tendências para a estação do segmento que você vai trabalhar. Para saber as tedências do “futuro”, ou seja, de coleções que ainda não foram lançadas no Brasil, para nós é mais fácil. Basta pesquisar os desfiles lançados lá fora, já que eles estão uma estação adiantados.

Para pesquisar esses desfiles eu, pelo menos, acesso o Style.com que voce encontra vááárias estações e vááárias marcas desfilando.

Além disso, existem as tendências de “fenômenos” que estão acntecendo agora, ou que estão pra acontecer. Seriam tendências mais comportamentais. Por exemplo: há um tempo atrás sabia-se que a “próxima novela das ” seria sobre a índia, logo a cultura indiana ia estar em todo lugar, então presumia-se que roupas seguindo essa linha (sempre dependendo do seu público-alvo) iam ser bem aceitas.

Este ano teve a morte do Michael Jackson. Eu presumo que, então, vai ter muita referência dele sendo revivida daqui pra frente, com livros sendo lançados, filmes, documentários, etc.

E por aí vai… pesquisar tendências é muito dificil, porque chega uma hora que voce fala “mas meu deeeeus, tudo é tendência”, mas existem as cores mais apostadas e as formas mais exploradas.

Quando você trabalha com as tendências, eu acho válido considerar as tendências que você, particularmente, vai explorar na sua coleção.

Um exemplo: O meu segmento da coleção atual é “Moda Praia”, o meu tema é “Beatriz – O Grande Circo Místico” (lançado em 1983) e o meu público alvo são mulheres retrô! As tendências nas quais eu vou pautar meu trabalho fazem referência direta aos anos 80 (tendência forte para o próximo invermo). Eis uma parte da minha pesquisa de tendência:

Enquanto economicamente o Brasil passava pela “década  perdida”, paradoxalmente, as roupas procuraram expressar justamente o contrário: alegre, esportiva, versátil, divertida e ao mesmo tempo, sofisticada, sensual e ousada, reflexo, talvez, da abertura democrática A ambiguidade foi um traço marcante desta moda: estampas de oncinha, cores cítricas, ombros largos, pernas longas, cortes de cabelo assimétricos e acessórios “fake” conviviam com discretos tailleurs e com roupas de moletom e cottonlycra recém-saídas das academias. E são estas características que estão presentes em muitas das coleções do inverno.

Durante os anos 80 houve uma rebuscagem, principalmente na arquitetura, da Art Déco – movimento incorporado nas mais diversas manifestações artísticas que não se preocupa com a funcionalidade das coisas. Art Déco leva ao cubismo, que da mesma forma não se preocupa com a aparência real das coisas e abusa das mais variadas formas geométricas. Estas são as tendências que serão primordialmente exploradas na coleção em questão. 

Tendencia

 

Texto: Maria Fernanda Lima

 

Resumindo: Anos 80, Art Déco, Cubismo, Formas Geométricas.

 

Pesquisa de Segmento

5 de outubro de 2009

Pesquisar um segmento é exatamente pesquisar tudo que se relaciona com o segmento que você vai trabalhar na coleção. É reunir o máximo de informações possíveis sobre ele pra ficar mais facil de trabalhar quando chegar em qualquer uma das próximas etapas: escolher tendências, fazer o mix de coleção, e por aí vai.

Pesquisar segmento é meio chatinho mas muito válido. Voce faz pesquisa na internet, com fornecedores, com lojas. Descobre desde quais são as cores mais aceitas para a moda praia, até quais são os principais tecidos utilizados e seus fornecedores.

O segmento que eu vou trabalhar, por escolha do professor e não minha, é Moda Praia, sempre para o inverno 2010. Minha pesquisa de segmento então ficou assim:

segmento 1

Segmento 2
Texto: Maria Fernanda Lima

Diário de uma coleção…

2 de outubro de 2009

estilistaNão vou mentir, ando muito sem tempo de escrever… dois cursos, uma coleção, uma monografia, o trabalho e uma coluna nao tao sendo faceis… sendo assim unirei o util ao agradabilisimo.

Quando eu tava no primeiro semestre do curso de estilismo no SENAI e eu tinha que desenvolver a coleção, eu nao sabia nem por one começar e nem como fazer as coisas e tambem nao encontrava fontes pra me inspirar e entender… Nao é que agora eu seja uma expert no assunto mas eu sei um pouco mais.

Entao a partir de daqui a pouco eu vou comecar a soltar textos e pranchas de tema, publico-alvo, tendencias, etc., da minha coleção desse semestre…

Claro que cada parte ainda vai ser corrigida e (provavelmente) criticada, entao eu vou colocar em seguida o que precisa ser arrumado, etc e tal. Espero que gostem e super aceito sugestoes pra coleção.

Texto: Maria Fernanda Lima

Falando na T-Qualizer…

28 de setembro de 2009

O primeiro post desse blog foi sobre moda e música e como os dois universos trabalham se integrando e se completando. No final, citei alguns exemplos de produtos palpavéis que comprovassem a fusão desses mundos, e um deles foi a camiseta T-Qualizer.

Estou escrevendo sobre ela novamente porque este sábado eu estava

DJ Lú Padilha por Sandra Umehara

DJ Lú Padilha por Sandra Umehara

 no James, bar curitibano, aproveitando pra procurar look pra fotografar pra minha coluna (pra quem nao sabe, estou inaugurando uma coluna minha sobre estilo nas ruas, inspirada na The Sartorialist, no site Descubra Curitiba), e quando olhei pro DJ Lu Padilha, ele estava usando uma e achei sensacional. Claro que tive que fotografar e tanto foi pra coluna como veio parar no Blog.

Pra quem quiser ler mais, veja a matéria no blog chamada “Moda e Música: Harmonia Necessária”, ou entre na coluna e leia minha primeira atualização.

Texto: Maria Fernanda Lima

Cultura mastigada, pronta pra ser digerida! Episódio de hoje: Jum Nakao

22 de setembro de 2009
As famosas "roupas de papel"

As famosas "roupas de papel"

Quem não lembra da edição da São Paulo Fashion Week de julho de 2004, quando algumas modelos alucinadamente rasgaram suas roupas feitas de papel?! O grande responsável por esse momento imortal do mundo da moda e das artes em geral leva o nome de Jum Nakao.

Quase formado em artes plásticas pela Faap (quase, pois não cursou a licenciatura), Jum Nakao “entrou para a moda” pela possibilidade de transformação e libertação, e se formou pelo CIT (Centro Industrial Têxtil).

Com um currículo impressionante, tendo sido o idealizador, junto a outros estilistas, do projeto Cooperativa da Moda, e organizador posteriormente do Phytoervas Fashion, além de ter trabalhado na Carmim e ter sido gerente de criação da Zoomp, entre muitas outras coisas, foi a “Costura do Invisível” que, ao impressionar uma platéia incalculável de pessoas abismadas, deu a Jum Nakao a fama de “performático” e que causa “encantamento na platéia”.

Existem várias tentativas de explicação de “Por que Jum Nakao desfilou

Jum Nakao
Jum Nakao

 roupas de papel e rasgou todo o trabalho no final”, mas só quem pode dar o veredicto é o próprio estilista, e isso pode ser visto no documentário feito sobre A Costura do Invisível.

Gostaria de poder deixar esse texto tão impressionante e emocionante quanto o desfile em si e todo o processo de criação, mas isso não é possível. Então fica a dica para quem quiser assistir ao documentário e entender qual foi o processo criativo do estilista, junto com a produção de maquiagem, cabelo e cenográfica impressionantes que foram feitas para o desfile.

www.jumnakao.com.br

Texto: Maria Fernanda Lima

Cultura mastigada, pronta pra ser digerida! Episódio de hoje: Erté

18 de setembro de 2009

Aproveitando que recebi como tema do meu trabalho de História da Indumentária falar sobre Erté, vou compartilhar um pedaço dele com vocês já que as ilustrações dele eram realmente maravilhosas.

ErtéER = R e TÉ = T, ou seja, as iniciais de Romain de Tirtoff, que se transformaram no auto-atribuído apelido desse talentoso pintor russo do século XX.

Dono de um imenso talento que se inseriu nos desenhos de moda, Erté encheu o mundo com sua criatividade durante quase 80 anos, até sua morte em 1990.

Mas tudo começou em São Petesburgo, a terra natal, quando criou seu primeiro projeto bem sucedido de vestuário com nada mais, nada menos que 5 anos de idade. Bobagem pra quem, aos 21, ainda não sabe bem o que quer da vida.

Voltando ao assunto, foi em 1912 que Paris ganhou o pintor e que, logo em seguida, a revista Harper´s Bazaar ganhouErté 4 um ilustrador de moda muito bem-sucedido por 22 anos.

Além disso, erté trabalhou com o grande responsável por libertar as mulheres dos espartilhos: Paul Poiret.

Conhecido por sua extravagância e o gosto pelo romântico e exótico, Erté fez trabalhos que ficaram famosos para o Folies Bergère e o George White Scandals, este último em Nova Iorque.

Mais longe ainda, Erté trabalhou em Hollywood criando figurinos, inclusive para atrizes como Josephine Baker.

Características do pintor: Erté gostava muito de usar jóias, vários acessórios e peles compridas. Inspirava-se muito em temas persas e indianos do século 16 e sempre retratava a mulher sensualmente. Outra coisa interessante de perceber é o trabalho com as formas geométricas e, muitas vezes, simétricas.

 

Texto: Maria Fernanda Lima

Sobre mulheres altas, ossudas e de pés excessivamente grandes

17 de setembro de 2009

audrey 1“Alta, ossuda e de pés excessivamente grandes para se tornar uma estrela” era o que falavam de Audrey Hepburn-Ruston, a atriz e modelo belgo-britânica que está logo ali em cima, na apresentação desse blog.

Inspiradora do estilista Givenchy, entre muitos outros artistas, Audrey Hepburn foi praticamente imortalizada no papel de Holly Golightly em “Bonequinha de Luxo” (1961 – ou Breakfast at Tiffany´s”) quando interpretou a prostituta de luxo que sonhava em secasar com um milionário. Entretanto foi na pele de Ann em “A Princesa e o Plebeu” que a atriz ganhou o Oscar, e 1953.

Hepburn abandonou o cinema e virou embaixadora da Unicef, continuando a conquistar o mundo através de seus profundos olhos  esua meiguice inigualável. Isso explica porque Audrey, que falava inglês, espanhol, italiano, francês, holandês/flamengo, é tão adorada até os dias de hoje.

Inclusive, Hepburn inspirou boa parte da série contemporãnea Gossip Girls, sendo idolatrada pela personagem Blair. Um dos episódios da série teve o nome de um dos fimes que estrelou, o “Roman Holiday”.

Texto: Maria Fernanda Lima
Fonte: Site 65 Anos de Cinema

Pra quem acha que a moda é fútil – Parte IV: Sobre tendências, consumo e hipocrisia

16 de setembro de 2009

Quando uma tendência é lançada, elas não vêm do nada. As tendências, tanto em âmbitos mundiais como nacionais, procuram exprimir as vontades e necessidades de uma sociedade frente aos problemas e às virtudes que ela vem sofrendo. Um exemplo é a crise econômica mundial, que é traduzida em tendência de vestuário por meio da economia de materiais, tecidos e aviamentos, o que inclui a redução de lavagens em jeans, por exemplo, e o chamado “valor agregado” nas roupas. Por causa da crise, as marcas estão produzindo roupas mais fáceis de combinar e práticas e menos “espetaculares”.

Quem lança uma tendência, entretanto, não é necessariamente a indústria da moda e sim a automobilística. Ou seja, muito acima da produção dos estilistas e da vontade deles, existem reuniões de birôs que estudam tendências mundiais e perfis da sociedade que, em cima disso, lançam tendências de cores, caimentos, tecidos, etc. Mas isso também é assunto para um próximo post.

Releitura Hippie para Leticia Sabatella

Releitura Hippie para Leticia Sabatella

Pego como exemplo algumas pessoas da minha faculdade, que foram os julgamentos que me impulsionaram a escrever esse texto: estudantes de comunicação, que se vestem no estilo indie rock ou, ainda, hippie, e criticam a indústria da moda além de serem verbalmente total anti-consumismo. O irônico é que eles seguem um estilo já anteriormente ditado, que já sofreu uma releitura, e é altamente comercializado. Mais irônico ainda é que muitos deles estudam publicidade.

É verdade que a indústria da moda lança, a cada coleção, e coleções cada vez mais freqüentes por ano (chamadas de fast fashion), produtos mais interessantes, através de publicidades mais sedutoras, mas qual indústria não faz isso?!

A questão é que roupas não são commodities. Ou seja, ninguém, nem quem se emperequeta todo dia antes de sair de casa e nem quem diz não se importar com o que usa, compra roupa por necessidade. Roupas são compradas por uma questão de desejo ou por muitos outros sentimentos que impulsionam uma pessoa a consumir.

Claro que existe futilidade dentro da moda, assim como em todas as outras indústrias. E eu poderia ficar mais horas divagando e argumentando sobre o assunto, mas como disse no início dessa série de textos, a intenção não é convencer ninguém, apenas exprimir meu ponto de vista. Então ficam alguns textos pra reflexão, lembrando que estou sempre aceitando críticas, principalmente negativas, seguidas de sugestões.

Texto: Maria Fernanda Lima
Fonte: Folha Online

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